domingo, 28 de junho de 2009

O novo

Canto alegre, em um corpo novo e contente, tão cheio de si mesmo
que se comove até de vê-lo, é tanta fé que se encaixa nessa morada, que nem se abre de tanto medo de sentir injustiçada, por não ter bem perto algo tão bom que seja parecido com esse presente que foi dado, a essa maneira tão organizada e isenta de defeitos visíveis, é de dons que se pode descrever, e de assombro que se desperta numa mente que se confunde com a paz que encontrou num tão puro e forte sentimento, dias claros e tempos brandos, são tão poucos os grandes momentos que não se sustenta nem por um século de presença, é com momentos de ousadia e de coragem que se forma o tão belo caráter que se é visto de frente sendo lançado nesse meio, e justificado nos próximos passos, sorrisos doces e falas leves com fortes sensações e fatores de ajuntamento, pois o que realmente se diz é que a paz é o fim de um momento ruim, não se pode ter paz e nem pedir por ela, se não passar pela guerra e vivê-la, são processos que são tão necessários como qualquer outro que nos seja favorável, não é mesmo preciso amar o próximo, mas quando se faz é bem maior do que o tão querido tesouro que se acaba quando se tem o fraco sentir, que desgasta quando algo não tem o valor do amor, bem maior do que o egoísmo e a vontade própria, mais extenso do que o desejo único, caminhos que fazemos e mudamos quando nossa rotina conhece outra fala que é mais forte que o desejo do coração, sentir e ter o que nunca antes pareceu existir, tudo isso que torna ainda mais feliz e florido, os tons que mantém a vida mais nítida e suave, a paz é maior quando o desejo do bem sabe dizer sem medo que tudo vai ter o final menos infeliz do que aquele que realmente será, isso tudo é uma roda constante que se abre e fecha pra uma outra manha revelar novos tesouros e outros cantos que sejam fortificantes á essa moldura que é uma pauta das nossas duvidas.

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