terça-feira, 30 de junho de 2009

Primavera

A outrora manha que se fez no dia antigo nesse conto tão simples,
que se apareceu com uma fase compulsiva da chuva, atrasada e instantânea,
a verdade que se fez no dia claro da manha sólita e sem rumores de contentamentos,
mas eram só risos presos.
O outro modo que foi distorcido por uma complexidade que não se entende por nenhum leitor,
e nem sabe da loucura que deveras teve, pedidos de prisão por uma melodia
que não se encontra em dias incertos, mas em certezas que se repetem com medo
de seguir nos passos futuros que ainda acontecerá, a certeza do inverno é que trouxe
tal medo de seguir e repetir o que pareceu mentira, os dias são sempre acelerados,
e é devido á isso que se pode ser feliz, sem entregar-se por momentos eternos,
é o bem que traz o silencio a uma confortável sensação de não ter sentido o que
fez tão bem no primeiro instante, são tantas as moradas que se descrevem numa porção de frases que se agrupam, formando uma emoção que bate na alma tão voraz e precisa,
é tudo feito devido as estações que existem, e fazem as intuitivas idéias serem invasoras do conforto faltoso do próximo olhar que nem tudo percebe e conhece, é primavera que se
descreve as flores, e é de flores que a estação vive o seu bem maior e desejado bem,
o dia se vai novamente com pressa para que o outro venha, e assim fazer uma clausura rotineira
nos tempos que ainda será descrito por suas próprias razoes, ainda se sabe que é preciso gostar de ter e de fazer o que se sabe, indo assim com veredas próprias o caminho se abre para outro
novo tempo de sorte.

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